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Mobilidade urbana: Rio Grande do Sul pede R$ 3,4 bilhões

09 de Julho de 2013

A última reunião desta terça-feira (9) para tratar do andamento das obras de mobilidade urbana e debater a destinação de R$ 50 bilhões anunciados pelo governo federal para a área aconteceu com o vice-governador do Rio Grande do Sul, Beto Grill, e o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati. Eles foram recebidos em Brasília pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior e pelo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro e solicitaram um total de R$ 3,4 bilhões, sendo R$ 1,1bilhão para o governo do estado e R$ 2,3 bilhões para a prefeitura de Porto Alegre (RS).  
 
O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) já investe R$ 4,7 bilhões em mobilidade no Rio Grande do Sul e cerca de 15% dessas obras estão em andamento no estado. “Parte das obras já começa a ser entregue no segundo semestre e a maior parte delas será entregue no próximo ano”, afirmou a ministra sobre as obras que já estão em andamento. 

O governo do Rio Grande do Sul fez uma solicitação de R$ 1,1 bilhão. Segundo o vice-governador do Rio Grande do Sul, Beto Grill, houve uma discussão aprofundada das obras que já estão em andamento e daquilo que pode ser realizado com os novos recursos. “Temos um conjunto de aproximadamente 15 obras no valor de R$ 4,7 bilhões dos quais R$ 2,3 bilhões são para o metrô. Entendemos que essa obra é fundamental para a região urbana de Porto Alegre”, destacou.

A prefeitura de Porto Alegre demandou recursos para complementar os investimentos do metrô de Porto Alegre. “São R$ 2,3 bilhões a mais do que nós já tínhamos. Saio muito satisfeito porque percebo que o trabalho está sendo feito de forma muito zelosa. Eu tenho muita confiança de que o metrô de Porto Alegre vai ser anunciado pela presidenta Dilma”, afirmou Fortunati. 

O prefeito aproveitou a reunião para solicitar a inclusão da reconstrução do prédio do Mercado Público de Porto Alegre no PAC Cidades Históricas. A prefeitura, no entanto, ainda não tem um levantamento de quanto será necessário para a reconstrução. Segundo Miriam Belchior, tão logo a prefeitura tenha esse valor, o governo federal fará a inclusão. “O mercado é um patrimônio muito importante não só do Rio Grande do Sul, mas, do País”, ressaltou a ministra.

Nas reuniões realizadas na segunda-feira (08) e nesta terça (09) com os representantes de sete estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais, Ceará, Curitiba e Rio Grande do Sul) as propostas apresentadas somam, até o momento, um valor total de R$ 48,2 bilhões. 

Nesta quarta-feira (10) os ministros recebem os representantes do estado de Pernambuco. As demandas recebidas serão analisadas nas próximas semanas. Ainda não há data definida para a divulgação.

Acompanhe aqui a agenda de reuniões da ministra Miriam Belchior.

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